Biopuster, Lixo Zero e SP4: tudo a ver
Na edição de ontem do jornal O Diário do Norte do Paraná uma matéria informou que um diretor da Biopuster (que ficou em segundo lugar na licitação) divulgou nota garantindo que a Biopuster nada tem a ver com a Maringá Lixo Zero. Acredito que isto tenha sido motivado por uma matéria da RPC em que a repórter Natália Garay disse que com a desclassificação da Pajoan e segunda colocada era a Maringá Lixo Zero e a declaração do sócio da Pajoan de que tentou comprar os equipamentos da Pajoan.
Na nota o diretor teria explicado que a SP4 e Maringá Lixo Zero tinham um contrato de locação junto a astríaca Arge Biopuster, para utlização de equipamentos e prestação de assistência técnica, mas não pagaram e que a Biopuster América Latina (a que ficou em 2º lugar na licitação) assumiu os equipamentos como penhor dos débitos e se retirou da sociedade, cedendo 1% para um dos sócios da empresa SP4. Confesso que não entendi bem e chego a conclusão, como diria o Pinga Fogo, que o ‘rolo é grande’, mas ao mesmo tempo tudo fica mais claro.
Será o o diretor da Biopuster do Rio de Janeiro ainda está na cidade? Como toma conhecimento das notícias? Minha conclusão: tem gente acompanhando tudo e não é diretamente da Biopuster do RJ, mas da Maringá Lixo Zero, SP4 e da Prefeitura que formam uma verdadeira ‘trindade de interesses’.
Que Silvio II, agora convertido, não permita que tenhamos mais prejuízos em nome do Pai, do Filho e ( ...), sem se deixar se levar pelo Irmão.


