28.2.13

Zé Rigon pescando

josé rigon
Meu pai, seu José Rigon, no pesqueiro do Salto Bandeirantes, em 2000. Quando morou em Paranacity, ele pescava jaú no Paranapanema. Aqui, em melhor resolução.

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11.12.12

Cena triste

Sepultamento
O sepultamento de crianças é uma das cenas mais tristes de se ver. Ontem, estive no Cemitério Municipal de Paiçandu (faleceu a prima Inês, de quem me lembro com saúde exuberante na adolescência em Água Boa) e presenciei o sepultamento de Gabriel, um garoto de 8 meses de vida, que estava hospitalizado desde o nascimento.

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15.11.12

Dupla frustração

Muitos anos atrás, quando O Diário funcionava na avenida Tuiuti, onde hoje é o terminal rodoviário, um funcionário do jornal caiu da bicicleta, bateu a cabeça e ficou em coma. Ele precisava de sangue e o pessoal lotou uma Kombi para levar doadores até o Banco de Sangue Dom Bosco. Eu fui barrado. Lembro da moça do Dom Bosco falando que eu, com 49 quilos, não poderia doar; deveria é receber sangue.
 Lembrei-me da história, que me deixou profundamente chateado, esta semana. Na terça-feira decidi ir ao Hemocentro da UEM. Tornei-me doador de medula, mas, de novo, a notícia de que, do alto dos meus 78 quilos, não poderia doar sangue, pois já tive um AVC e um infarto. Pense numa frustração.

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7.11.12

Hipocrisia pouca é bobagem

Cerca de cinco anos atrás, eu e um amigo recebemos telefonemas de uma pessoa que nos ameaçava de morte. Ele ficou visivelmente amedrontado: o homem que o ameaçava, colega de trabalho de jornal, estava num bar, perto de sua casa, bêbado, armado e procurando seu endereço. O motivo da ameaça era uma postagem feita no blog deste meu camarada, sem citar nomes, em que ele criticava os erros cometidos por um radialista em seu programa. Sua primeira providência foi retirar a postagem; depois, me ligar para contar o temor pela própria vida. Acalmei-o, contei que também havia sido ameaçado pela mesma pessoa naquele mesmo dia e que era para ficar tranquilo, pois tomaria as devidas providências. Felizmente, a coisa não evoluiu e não houve desdobramentos; foi coisa da cachaça mesmo.
Esse meu camarada, que se chamava Lukas (seu primeiro desenho publicado em jornal foi na minha coluna, "Mosaico", em 82) é reverenciado agora num documentário de trabalho de conclusão de curso. Eis que um dos entrevistados, que aparece elogiando o cartunista e referindo-se a ele com intimidade, é o mesmo homem que lhe ameaçou de morte. Fico aqui pensando que a hipocrisia também pode ser usada como arma para agredir uma memória.

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Uma nova etapa aos 50

Nona, Rosângela e eu
Para marcar meu cinquentenário, uma foto em que apareço, de chapéu, ao lado de minha prima Rosângela (Zanza), no colo de minha bisavó, uma italiana que a gente chamava de Nona e que viveu em Água Boa, distrito de Paiçandu. A postagem serve também para estabelecer uma nova etapa na vida deste outrora blog antigo; nele farei postagens diferentes do Blog do Rigon.

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