7.1.10

Eu

(Acróstico do escritor maringaense Jaime Vieira)

Jamais pensei ser o que sou.
Apenas sei o que deveria ser,
Inda que não seja tudo o que sou,
Mergulho no que poderia ser,
Esperando ser o que nunca fui.

(In Reencontro, 1982)

6 pitacos:

Anônimo,  16:45  

Vou por caminhos jamais percorridos.
Indo sem medo, sempre em frente,
Estendo pontes, escalo precipícios,
Indiferente à todos os obstáculos.
Removo montanhas e túneis cavo,
Até que, enfim, contigo me acho.

Anônimo,  19:57  

Quanta elocubração...

Rosinéia Diana Balbino 22:37  

Reconheço seu valor
Imagino que todos que entram no blog também
Gostaria de te conhecer pessoalmente e dizer o
Orgulho de saber que é quem
Nos mantém informados e antenados.

Anônimo,  14:28  

Professor Jaime Vieira, aulas de português recheada com suas poesias... saudades daquele tempo!!!! mas inesquecivel é a poesia dedicada a Jhon Lenon..... nos concursos de poesias só dava ela....rsrsrs
um pouquinho pra vcs conhecerem...

Ei meu amigo Jhon por aqui nada mudou
os limites dos sonhos não são diferente
daquilo q vc imaginou
muito ferro
muito aço
pouco tempo ...pouco espaço
e a saudade sua e de seus versos
dont spet you silver stend
não espero q você entenda mas apenas compreenda
q o sonho acabou....pra você jhon!!!

a nossa memória já não mais a mesma né Vá rsrsrs...

Fiquei muito feliz de rever essa poesia do Professor Jaime, passou um filme na minha cabeça rsrsrs...

Obrigada Rigon!!!

Anônimo,  16:11  

Diacho, meu deu um nó no cébulo, que me deixou com caimbra mental. Como é que é? Ele foi, mas não voltou e já está indo de novo?

Anônimo,  20:01  

intendi nadinhaaaaaaaaaaaaa

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