13.3.09

Para prefeito e vereadores


Sugestões de vídeos que leitor faz ao prefeito Silvio Barros II (PP) e vereadores que por ventura pensem em aceitar o pedido do prefeito e da Acim em relação ao feriado de 20 de novembro:
Um - Comercial da Anistia Internacional
Dois - Teste aplicado por psicólogos em crianças
Três - Comercial sobre o Dia Internacional da Eliminação do Racismo
Quatro - Outro comercial, talvez o mais bonito de todos, sobre preconceito.

24 comentários:

  1. Anônimo09:15

    Gabriel o Pensador

    Salve, meus irmãos africanos e lusitanos, do outro lado do oceano
    "O Atlântico é pequeno pra nos separar, porque o sangue é mais forte que a água do mar"
    Racismo, preconceito e discriminação em geral;
    É uma burrice coletiva sem explicação
    Afinal, que justificativa você me dá para um povo que precisa de união
    Mas demonstra claramente
    Infelizmente
    Preconceitos mil
    De naturezas diferentes
    Mostrando que essa gente
    Essa gente do Brasil é muito burra
    E não enxerga um palmo à sua frente
    Porque se fosse inteligente esse povo já teria agido de forma mais consciente
    Eliminando da mente todo o preconceito
    E não agindo com a burrice estampada no peito
    A "elite" que devia dar um bom exemplo
    É a primeira a demonstrar esse tipo de sentimento
    Num complexo de superioridade infantil
    Ou justificando um sistema de relação servil
    E o povão vai como um bundão na onda do racismo e da discriminação
    Não tem a união e não vê a solução da questão
    Que por incrível que pareça está em nossas mãos
    Só precisamos de uma reformulação geral
    Uma espécie de lavagem cerebral

    Racismo é burrice

    Não seja um imbecil
    Não seja um ignorante
    Não se importe com a origem ou a cor do seu semelhante
    O quê que importa se ele é nordestino e você não?
    O quê que importa se ele é preto e você é branco
    Aliás, branco no Brasil é difícil, porque no Brasil somos todos mestiços
    Se você discorda, então olhe para trás
    Olhe a nossa história
    Os nossos ancestrais
    O Brasil colonial não era igual a Portugal
    A raiz do meu país era multirracial
    Tinha índio, branco, amarelo, preto
    Nascemos da mistura, então por que o preconceito?
    Barrigas cresceram
    O tempo passou
    Nasceram os brasileiros, cada um com a sua cor
    Uns com a pele clara, outros mais escura
    Mas todos viemos da mesma mistura
    Então presta atenção nessa sua babaquice
    Pois como eu já disse racismo é burrice
    Dê a ignorância um ponto final:
    Faça uma lavagem cerebral

    Racismo é burrice

    Negro e nordestino constróem seu chão
    Trabalhador da construção civil conhecido como peão
    No Brasil, o mesmo negro que constrói o seu apartamento ou o que lava o chão de uma delegacia
    É revistado e humilhado por um guarda nojento
    Que ainda recebe o salário e o pão de cada dia graças ao negro, ao nordestino e a todos nós
    Pagamos homens que pensam que ser humilhado não dói
    O preconceito é uma coisa sem sentido
    Tire a burrice do peito e me dê ouvidos
    Me responda se você discriminaria
    O Juiz Lalau ou o PC Farias
    Não, você não faria isso não
    Você aprendeu que preto é ladrão
    Muitos negros roubam, mas muitos são roubados
    E cuidado com esse branco aí parado do seu lado
    Porque se ele passa fome
    Sabe como é:
    Ele rouba e mata um homem
    Seja você ou seja o Pelé
    Você e o Pelé morreriam igual
    Então que morra o preconceito e viva a união racial
    Quero ver essa música você aprender e fazer
    A lavagem cerebral

    Racismo é burrice

    O racismo é burrice mas o mais burro não é o racista
    É o que pensa que o racismo não existe
    O pior cego é o que não quer ver
    E o racismo está dentro de você
    Porque o racista na verdade é um tremendo babaca
    Que assimila os preconceitos porque tem cabeça fraca
    E desde sempre não pára pra pensar
    Nos conceitos que a sociedade insiste em lhe ensinar
    E de pai pra filho o racismo passa
    Em forma de piadas que teriam bem mais graça
    Se não fossem o retrato da nossa ignorância
    Transmitindo a discriminação desde a infância
    E o que as crianças aprendem brincando
    É nada mais nada menos do que a estupidez se propagando
    Nenhum tipo de racismo - eu digo nenhum tipo de racismo - se justifica
    Ninguém explica
    Precisamos da lavagem cerebral pra acabar com esse lixo que é uma herança cultural
    Todo mundo que é racista não sabe a razão
    Então eu digo meu irmão
    Seja do povão ou da "elite"
    Não participe
    Pois como eu já disse racismo é burrice
    Como eu já disse racismo é burrice

    Racismo é burrice

    E se você é mais um burro, não me leve a mal
    É hora de fazer uma lavagem cerebral
    Mas isso é compromisso seu
    Eu nem vou me meter
    Quem vai lavar a sua mente não sou eu
    É você.

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  2. Anônimo09:28

    CONSCIÊNCIA É O FRUTO DE NOSSA VITÓRIA IRMÃO!!!

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  3. Anônimo09:29

    viva a beleza da comunidade negra

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  4. Anônimo09:30

    SIM NOS PODEMOS TER O FERIADO 20 DE NOVEMBRO

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  5. Anônimo09:33

    Herança Cultural

    Os negros foram de fundamental importância para a formação da cultura e do povo brasileiro. Na língua brasileira existem diversas palavras provenientes da língua africana. Os negros africanos também trouxeram para o Brasil animais e plantas que aqui não havia, como, por exemplo, dendê, galinha d’angola, entre outros. Além disso, os negros também influenciaram na dança, na música, nos instrumentos, entre outros aspectos da cultura brasileira, como, por exemplo, a capoeira, berimbau, etc

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  6. Anônimo09:34

    Tráfico negreiro

    O tráfico negreiro durante mais de três séculos resultou em grandes lucros para o território brasileiro, além de ter trazido ao Brasil aproximadamente três milhões de escravos. Em território africano esses negros funcionavam como uma moeda de troca como, por exemplo, trocava-se um negro por aguardente de cana, espelhos, rolos de fumo, entre outros. Quando adquirido, o negro era marcado a ferro em brasa, e acorrentados e encaminhados aos presídios da costa africana, onde esperavam os navios negreiros. Esses negros eram transportados de forma sub-humana, amontoados nos porões dos navios, etc., tudo isso gerava um alto índice de mortalidade entre os negros no decorrer da viagem. Quando chegavam ao território brasileiro eram comercializados nos mercados da Bahia, do Rio de Janeiro, do Maranhão e do Pernambuco, onde suas mãos-de-obra eram empregadas na lavoura, mineração, pecuária ou em trabalhos domésticos. Toda a economia da colônia e do Império dependia quase que somente do trabalho realizado pelos escravos africanos. Sendo graças ao trabalho deles que se deu o desenvolvimento da monocultura canavieira, monocultura cafeeira e da mineração.

    Resistência contra a escravidão

    Durante todo o período de escravidão houve inúmeros casos de resistência dos escravos, pois estes tentavam conseguir a sua liberdade de uma forma ou de outra. Certos negros quando fugiam, retornavam a propriedade onde era submetido ao trabalho escravo, e matavam os senhores, os familiares do mesmo e os capitães-do-mato. Alguns escravos se suicidavam, pois achavam que essa era a única maneira de obter sua liberdade. No entanto uma das formas mais expressivas de resistência contra a escravidão foi a dos quilombos (aldeias constituídas por escravos fugitivos, os quais podiam viver ali conforme a sua cultura e em liberdade). Formaram-se inúmeros quilombos por todo o território brasileiro, o maior e mais resistente foi o do interior de Alagoas, formado no século XVII: o quilombo de Palmares. Chegou a ter aproximadamente 20.000 habitantes conseguindo resistir durante sessenta anos ao cerco colonialista, no entanto em 1695 foi massacrado pelas forças de Domingos Jorge Velho.

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  7. Anônimo09:35

    O negro tem grande importância na cultura brasileira pena que as pessoas não percebem isso!

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  8. Anônimo09:40

    os povos da África são os únicos que chegaram ao Brasil (de modo forçado, é lógico) sem estarem, na época, sendo perseguidos pelos seus co-continentais, nem chegaram aqui pelo privilégio de seus parentes no poder central do Brasil Colônia. Eis um dos diferenciais que marcam a presença do negro no Brasil em relação às outras etnias (raças), principalmente, porque a diáspora não foi um processo de decisão dos povos da África.

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  9. Anônimo09:40

    Coisa triste... Um Mês depois de comemorarmos a vitória na Câmara, eis que surge a Acim (leia-se "o capital") juntamente com um sindicato patronal que tem o papel de defender "o capital" e conseguem, num exemplo assombroso de convencimento, fazer com que o prefeito vete o feriado. É lamentável que o dia da consciência negra tenha de ficar relegado à vontade de poucos... Eu não gosto de carnaval. Por mim, teríamos o feriado de 20 de novembro e aboliríamos o feriado do carnaval. Seria mais lógico? Ou o feriado do carnaval não causa prejuízos???

    PS: E o indivíduo da Acim ainda diz "reconhecemos a importância do negro na nossa história e na formação da sociedade...". Uma ova!!!

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  10. Anônimo09:41

    A comunidade negra, no término da escravidão, é quem deveria ser indenizada, no mínimo, deveria receber algumas glebas da terra para sobreviver e começar uma nova etapa civilizatória no Brasil. Mas o negro nem muito obrigado recebeu, enquanto os imigrantes europeus receberam animais vacum e cavalar, instrumentos para trabalhar a terra, sementes e outros materiais e ainda escolherem o lugar, a terra que lhes conviesse para morar e trabalhar.


    O negro agora livre encontra lugares insalubres e distantes do centro das cidades, os morros, as favelas e cortiços, lugares sempre visados pelos órgãos de repressão e pela policia. Além, é claro, de um dispositivo institucional que o criminalizava na forma da lei por ser oriundo do sistema de escravidão, o negro era proibido de morar na cidade. Na cidade de São Paulo, por exemplo, os negros foram expulsos do centro para dar vazão ao ideário do projeto de metrópole com características européias e, até meados da década de 50, na Rua Direita, na capital paulista, havia guardas impedindo negros de transitar por ela.


    Na pós-abolição, houve um reforço na política de branqueamento do povo brasileiro em que era proibido empregar homens e mulheres da raça negra em trabalhos de destaque e visibilidade, trabalhos ditos de ordem superior. Neste momento histórico, permaneciam as estruturas mentais e sociais da política escravista, reforçando os estereótipos de que ser negro, no Brasil, era ser um cidadão de segunda classe, de raça inferior. Essas condições, para o negro, representavam a continuidade, a perpetuação do passado que odiava e não podia extinguir.

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  11. Anônimo09:43

    O resgate de nossa memória histórica enquanto negro significa a valorização de nossa contribuição positiva no desenvolvimento da cultura, da arte e das ciências no Brasil e, para aqueles que desejam nos manter em guetos e favelas e tentam reduzir nossas manifestações mais caras à pura artesania, folclore e carnaval, reafirmamos que nós nos orgulhamos de sermos afro-brasileiros e que lutaremos até as últimas conseqüências por nossos direitos humanos.

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  12. Anônimo10:11

    Anônimo das 09:35 o povo que menos reconhece seu valor são os próprios negros, aliás são os mais racistas,haja vista que todo negro famoso casa-se com loira e sai se exibindo como se fosse uma vitória uma forma de libertação, outra coisa cota especial para negros em universidade é uma forma de se mostrar inferior,acho que o negro tem capacidade de competição no mesmo pé de igualdade.

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  13. Anônimo11:06

    Mensagem aos que são contra o feriado:

    http://www.youtube.com/watch?v=LpNEqkINCVA

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  14. Anônimo11:15

    Será que mais alguém se lembra?

    Em 2005 Zeca Baleiro esteve em Maringá, no teatro Marista, show com seu parceiro de sempre Tuco Marcondes e um outro que não me lembro o nome.
    Ao entrar no palco, na primeira arranhada do violão caiu o disjuntor; parou tudo, o som, a luz. (fico imaginando se não foi armação, mas se foi, jogada de gênio).
    Enquanto a equipe técnica tentava sanar o problema, zeca com seu violão passou a andar pela platéia tocando "Alma não tem Cor". Sem amplicador, sem luzes. Emocionante...

    Alma não tem cor
    Porque eu sou branco?
    Alma não tem cor
    Porque eu sou negro?

    Branquinho
    Neguinho
    Branco negão
    Percebam que a alma não tem cor
    Ela é colorida
    Ela é multicolor

    Azul amarelo
    Verde verdinho marrom

    Você conhece tudo
    Você conhece o reggae
    Você só não se conhece

    A mesma música em outro show:
    http://www.youtube.com/watch?v=6PJAIrMhvCM

    Mauricio

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  15. Anônimo11:18

    O jornaleco da cidade - O Diário -, "por descuido", colocou na página a4 a seguinte matéria:

    ENTIDADES NEGRAS QUEREM MANTER FERIADO VETADO.

    Nunca vi a personificação de uma entidade "negra", a não ser algumas políticas. Quanto a querer o feriado vetado, o editor foi infeliz na chamada e contraditório no texto. Nota zero para a matéria.

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  16. Anônimo11:31

    ENTIDADES NEGRAS QUERER MANTER O FERIADO VETADO.

    Manchete infeliz de um jornaleco. Infeliz de qualificar as entidades de negras, infeliz no objeto direto da mensagem - mater "o feriado vetado" -. nota zero pro editor , nota zero para o jornaleco.

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  17. Anônimo11:33

    Negro é o puxa saquismo de um jornal para com a admnistração e não as entidades.

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  18. Anônimo12:17

    O racismo ou qualquer sentimento de rejeição a um irmão é como uma sementinha de uma praga que você tem que matar antes que ela germine.
    Quando você entra em uma igreja para cultuar a Deus, lá você não quer saber se o pastor ou o padre é negro. Lá você senta ao lado de um irmão e não se importa qua é a cor de sua pele ou posição social e o abraça como irmão. Lá é que se manifesta a vontade de Deus quanto ao convívio entre todas as raças. Que tal trazer para fora da igreja este sentimento?
    Jesus conversou com uma mulher samaritana quando era proibido se dirigir a uma mulher e ainda mais sendo de Samaria. Ele não jogou pedra na prostituta, como era costume da época.
    Mesmo não sendo feriado no dia da eliminação do racismo, eu continuarei acreditando na igualdade e no amor pregado pelo Cristo que morreu na cruz pelos nossos pecados, inclusive o dos racistas.

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  19. Anônimo12:26

    Sr. Prefeito:

    ...As linhas rígidas que costumam traçar, para demarcar os esaços de nossas açôes, sem voltar os olhos para sua excência, é no mínimo DISCRIMINAÇÃO.

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  20. Anônimo13:09

    O Diário é contra toda a cidade mesmo. Fazem um tabelão de supermercados para faturar os mesmos. Veja informe do Mufato na edição desta quinta.

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  21. Anônimo14:50

    Preconceito é ter feriado para os negros, e os demais ? alemão, branco, indio, etc... ? porque só o negro ?

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  22. Anônimo15:06

    A 2 E A 4 É 10

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  23. Anônimo19:47

    Dia 20 de novembro é ótimo. Cai numa sexta-feira e aí a gente emenda com o sábado e domingo... Da até pra pegar uma prainha...hehehe

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  24. Anônimo20:33

    Dia 20 cai numa sexta-feira? Então eu apoio o feriadão. Ja vou preparar as tralhas pra ir pro Paranazão. Apoiadoooooooooooooo!!!!

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Vê lá o que vai escrever! Evite agressão e preconceito. Eu não vou mais colocar xizinho; na dúvida, não libero o comentário.