O Senado liberou a lista com 50 nomes de cargos comissionados demitidos, entre eles um "diretor de garagem", em nome da economia de R$ 400 mil mensais.
Em Maringá, a comissão Mandrake montada pelo presidente Mário Hossokawa até que ensaiou demitiu pelo menos 70 assessores, mas o deputado Ricardo Barros (PP), vice-líder de Lula (PT), não deixou e fez baixar para, no máximo, 16. Uma vergonha.
Falando em MANDRAK, MAICA, etc..., o FANTASMA, hoje (sexta-feira), nao apareceu no Departamento Jurídico, e segundo comentários, o ZÉ BUZATO, estava feito uma COBRA, vai chamar o Fantasma BULCHEVITZ, âs falas, na segunda feira.
ResponderExcluirAté quando um filho da p...(nada, necessariamente, contra a senhora mãe dele)desses vai continuar por aí "gozando" na nossa cara, meu povo??? PelamordeDeus gente, vamos banir esses lamas, digo, barros, de vez e prá sempre de nossa sociedade. Essa gente não presta, será possível que não enxergamos isso!!?? Pé na bunda deles, façamos o favor.
ResponderExcluirGilberto
O sr. Barros, se vivesse num pais serio como AFEGANISTAO ou outros ditos Mulcumanos, seria chibatado nas costas por incitacao de corrupacao!
ResponderExcluirTalves 300 chibatadas!
Oskarpeta
Na CBN, SP, ontem, entre 18,30 e 20 h, comentaristas inteligentes, fizeram muitas gozações principalmente sobre o assessor de garagens.
ResponderExcluirJá pensaram o dia em que souberem que aqui, na terra do cidadão fiscal, um tabacudo imbecil e ridículo criou a assessoria para assuntos religiosos? Não é possível que a mídia, mesmo a do PIG, vá ficar indiferente a um fato mula, digo, anômalo como esse.
Ivan