15.3.09

Apurando responsabilidade

O Minsitério Público abriu procedimento para apurar a responsabilidade no caso da morte do bebê Eric Davi Tomaz da Silva, de 25 dias. O garoto não tinham em certidão de nascimento, apesar de ter deixado o Hospital Universitário Regional de Maringá com o acompanhamento de um conselheiro do Conselho Tutelar da Criança e do Adolescente da Zona Sul.

3 comentários:

  1. Anônimo21:01

    RIGON QUEM FOI O CONSELHEIRO?

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  2. Anônimo23:50

    Sim, é o mínimo que se espera do MP e da sociedade civil organizada, entre ela, Movimentos religiosos, OAB e afins...
    Cada vez mais fica evidente que toda a sociedade civil organizada deve repensar os critérios de eleição do Conselho Tutelar e do Centro de Referência da Criança e do Adolescente...

    Outra pergunta importante: Há uma "REDE INTEGRADA" de hospitais, polícia civil, militar e federal; delegacia da mulher, Centro de Referência da Mulher; Secretaria da mulher, IML e Centro de Atendimento a Criança e Adolescente e Conselho Tutelar para que, em conjunto, troquem informações e tracem o mapa da realidade de Maringá que além dos casos das violências mais comuns envolvem os bebês, que pela lei são seres incapazes?

    A pergunta é grave: O quê tem feito em prol dos bebês, das crianças e adolescentes os orgãos que recebem para isso? E mais: o quê tem feito a sociedade maringaense organizada? OAB, Igrejas, Lions, rotarys, maçons, jornais, etc ?

    Andorinha só nao faz verão... Eric Davi Tomaz da Silva, de 25 dias era um andorinha que foi abatida, morta e logo será esquecida... Mas continuará gritando por justiça, quem quiser ouvir ouça...

    Maria Newnum

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  3. 21h01 - Seria um de nome Álvaro.

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Vê lá o que vai escrever! Evite agressão e preconceito. Eu não vou mais colocar xizinho; na dúvida, não libero o comentário.