Mais de um ano depois do caso, é compreensível supor que a propalada transparência da administração neste caso foi uma peça de ficção.
A Boutique do Papel continuou participando normalmente das licitações e vendendo para o município - por exemplo, nas concorrências 050/97 e 066/97, com classificação de 25 e 30 de janeiro último. Nestas licitações, a Boutique de Papel teve entre os itens classificados: almofada para carimbo, livro-ata, papel em bobina, pastas, memória de computado, alicate, fio elétrico, chave de fenda, martelo, balde plástico, vassoura caipira, vassoura de pêlo, floreira, bandejas, elástico, pincéis, tinta acrílica, rolha de cortiça, lápis, clips, caixas de arquivo, envelopes, réguas, formulário contínuo, etiquetas, CDs virgens, pilhas, colheres de sopa e de café, caixas térmicas, formas de gelo, garrafas térmicas e embalagem plástica para frízer e microondas.
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