15.7.06

O esquema de Bertholdo

O advogado Roberto Bertholdo, que teve entre seus clientes gente como Ricardo Barros, José Borba, Luiz Paolicchi e José Janene, ajudou a irrigar a campanha do PT em Maringá, Londrina e Cruzeiro do Oeste. Indicado por Borba para ocupar cagro em Itaipu, ele tinha a mesma acessibilidade no Judiciário que o publicitário Marcos Valério tinha junto aos políticos. É a matéria de cpaa da IstoÉ desta semana.
Matéria completa aqui.

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Passamento

Faleceu nesta madrugada João Alves Munhoz, aos 86 anos de idade. Ele vinha lutando contra o câncer. Pai do maringaense Diógenes Gomes A. Munhoz, que vive nos EStados Unidos, seu João chegou a participar de muitos quadros do programa Boca da Noite, na Band.

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Reunião da coligação

Hoje, às 10 horas, na sede do PT de Maringá, no Edifício Três Marias, terceiro andar, sala 310, estará se reunindo a coligação "Paraná Unido" (PT, PHS, PL, PC do B, PRB e PAN) de Maringá e Sarandi. O assunto principal é acampanha majoritaria Lula/Flávio Arns/Gleisi Hoffmann na região de Maringá e Sarandi.

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Mais uma pancada de Silvio II em Requião

A nota está no Hora H do jornal Hoje, foi publicada originalmente num site de Curitiba, e serve para que peemedebistas maringaenses e auxiliares do governador Requião tenham mais um motivo de decepção com Silvio II (o primeiro foi aquele outdoor sobre o 0% que Requião deu ao funcionalismo), a quem dedicaram, nesses últimos anos, grande carinho e atenção:

Mui amigo
O presidente do PMDB de Ponta Grossa, Herculano Lisboa, meteu os pés pelas mãos numa das reuniões que programou na cidade para falar sobre turismo. Promoveu uma palestra sobre turismo na cidade mas, ao invés de convidar um especialista para falar no assunto, como Jorge Demiate (que, além de correligionário do vereador, é ex-presidente da Paraná Turismo e candidato a deputado estadual), Lisboa preferiu ter o prefeito de Maringá, Silvio Barros (PP), no palco. A quem interessar possa: Barros é aliado do senador Osmar Dias (PDT) nestas eleições.

Crédito para outro
Mas isto não é tudo. Barros deu show na palestra. Só que, no meio do debate, fez questão de dizer que as conquistas obtidas na área de turismo no Paraná foram feitas não no governo Roberto Requião (PMDB), mas sim no governo de Jaime Lerner (PSB) - que nestas eleições também está caminhando junto com Osmar Dias. O vereador já está sendo chamado a dar explicações sobre a atitude.

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14.7.06

Voltamos

Cheguei agora há pouco. Estou me inteirando das novidades.
Estranhou-me o fato de que Ulisses Maia, apesar de já ter limpado as gavetas no Procon, não tenha ainda assumido como secretário de Silvio II.
Até mais.

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12.7.06

Marquinhos Alves não é candidato

O ex-deputado Marquinhos Alves não é candidato a deputado estadual nestas eleições. Seu nome consta da ata da convenção do PTC, ao qual está filiado, mas não está na lista do TSE. Ele confirmou que não disputa o pleito, mas não sai da política. Vai tomar um oxigênio e depois volta com tudo. Marquinhos Alves está terminando o curso de Jornalismo na Faculdade Maringá, que é sua prioridade no momento.

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Uma paradinha

Estou indo pescar, dar uma descansada. Se tudo for bem, na sexta-feira estamos de volta. COluna, no entanto, só na semana que vem, quando a gente retoma as atividades.

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Sismmar entrega documento a Silvio II

A presidente do Sismmar, Ana Pagamunici, acompanhada de servidores municipais, entregará hoje às 14h abaixo-assinado a Silvio II. A sassinaturas foram coletadas junto a comunidade e apóiam as reivindicações do servidor público municipal. A greve de 30 dias foi suspensa e, apesar do pessoal estar trabalhando, há uma agenda de plenários e atos públicos para discutir questões de interesse da categoria, como as privatizações.

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Requião-Lula

Do Painel da Folha de S. Paulo:

No prelo. O comitê Lula-Requião lança na próxima terça um jornal para exaltar "realizações sociais" do presidente e do governador. O coordenador do grupo, Doático Santos, diz que a tiragem é de 1 milhão de exemplares.

Interesse. O grupo suprapartidário de apoiadores da candidatura Lula no Paraná tem entre os líderes Chico Simeão, empresário ativo no lobby pela legalização da importação de pneus usados.

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Viagem estranha

Guilhobel Camargo desmontou a viagem de Requião à Argentina. A visita, ao contrário do que foi propalada pelo Palácio Iguaçu, não teve caráter oficial - pelo menos para as autoridades de Córdoba. Leia mais.

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A situação...

A informação, que veio de duas pessoas, é de que o interior está sentindo muito a penúria econômica.
Fontes de Cianorte dizem que dá dó da quantidade de empresas de confecções que estão fechando por lá nesses tempos.

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Requião bota Pisseti pra correr

Corridão
Chega informação ao Tempo Quente de que o governador Roberto Requião correu com seu secretário de Comunicação durante reunião na Granja do Canguiri, onde foi apresentar a campanha para reeleição. O material, em verde, amarelo e vermelho, deixou Requião roxo de raiva.

Liquidação
Sobre o amarelo e verde, disse que mais parecia as peças da Seleção Brasileira de Futebol em liquidação em todas as lojas do País em especial as de R$ 1,99. Sobre o vermelho, ponderou que seu governo não é o PT.

Tenha dó
Requião, que costuma usar as cores azul e vermelho em suas campanhas observou: “Eu estou acostumado com a Ferrari e a Renault e vocês me vem com o Copersucar”, ironizou, lembrando o primeiro, e único, carro de Fórmula 1 brasileiro, que pegou fogo na estréia na Argentina e jamais ganhou um campeonato.

Está aqui.

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Manchetes do dia

O Diário - PM e Setran farão blitz conjunta na cidade
Jornal do Povo - Gripe aviária: Plano de combate do PR é referência no país

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11.7.06

Os vagabundos e as greves

Por VALTER BAPTISTONI:

Segundo o Dicionário Aurélio, Vagabundo significa indivíduo desocupado, ocioso, vadio.... Dentre outras denominações. Este termo Vagabundo vem do latim ¨vagabundu¨ e tornou-se notório durante a Revolução Industrial. Vindos das zonas rurais e buscando ocupação nas novas cidades que surgiam na Europa, homens e mulheres desempregados ficavam nas praças à espera de algum empregador a fim de conseguirem trabalho. Hoje o termo é preconceituoso e usado com a finalidade de humilhar ou denegrir a moral de indivíduos que nem sempre são ¨desocupados¨.
A História das greves geralmente é de conflitos e quanto mais autoritário a classe patronal, maior os conflitos: “São Paulo é uma cidade morta: sua população está alarmada, os rostos denotam apreensão e pânico, porque tudo está fechado, sem o menor movimento. Pelas ruas, afora alguns transeuntes apressados, só circulavam veículos militares, requisitados pela Cia. Antártica e demais indústrias, com tropas armadas de fuzis e metralhadoras.
Há ordem de atirar para quem fique parado na rua. Nos bairros fabris do Brás, Moóca, Barra Funda, Lapa, sucederam-se tiroteios com grupos de populares; em certas ruas já começaram fazer barricadas com pedras, madeiras velhas, carroças viradas e a polícia não se atreve a passar por lá, porque dos telhados e cantos partem tiros certeiros. Os jornais saem cheios de notícias sem comentários quase, mas o que se sabe é sumamente grave, prenunciando dramáticos acontecimentos”. (Dias, Everardo. "História das Lutas Sociais no Brasil”. Apud Bandeira, M. et alia, op. cit., pp. 56-57.)
O empregador autoritário geralmente usa dos aparelhos do estado para firmar seu poder repressor como do texto acima que relata a greve de 1917, considerada a primeira grande greve brasileira.
Durante o período da República Velha (1889-1930) os governos oligárquicos tratavam a greve, que é um problema social como “caso de polícia”, e adotavam medidas arbitrárias, autoritárias, como por exemplo espancamento e prisão das lideranças grevistas e a expulsão dos estrangeiros do país.
Apesar da forte repressão, o movimento grevista liderado pelo sindicato e com a participação maciça de imigrantes italianos e espanhóis, estendeu-se praticamente por 2 anos indo até 1919, espalhando-se para várias regiões do território brasileiro.
Se por um lado as greves não conseguiram seus objetivos mais imediatos, certamente contribuíram para promover debates no meio operário sobre os rumos do movimento sindical e a categoria funcional amadureceu no que se refere a requerer condições mais dignas, mais humanas de trabalho.
Geralmente a repressão tende a fortalecer a ideologia da greve, e fatalmente surgem novas lideranças e que numa sociedade democrática acabam tornando-se vereadores, prefeitos, deputados e como todos conhecemos no caso da História brasileira recente, foi eleito o Presidente da República. É como diriam os marxistas: ¨a burguesia cria seus próprios coveiros¨.
No Código Penal Brasileiro de 1890 (decreto 1162 de 12.12.1890) a greve era proibida, o Decreto Lei 431 de 18.05.1938 tipificou a greve como crime. Em 1946 a greve passa a ser reconhecida como direito dos trabalhadores, em 01/01/1964 novo retrocesso com a Lei 4.330 denominada ¨lei de greve¨que visava exclusivamente os interesses patronais (estavamos entrando no perído do militarismo). Voltamos a evoluir só em 1988 com a Nova Constituição que no seu Art. 9 reconhece como direito fundamerntal a todos os trabalhadores tanto a greve como a livre sindicalização, para funcionários do serviço público e privado com exceção apenas para os militares.

(*) Valter Baptistoni - Historiador

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Se eu fosse o prefeito!

Por VALCIR MARTINS:

Críticas têm sido feitas ao prefeito Silvio Barros acusando-o de falta de habilidade para evitar e depois para acabar com a greve dos servidores.
Criticar é fácil.Mas o que faríamos se estivéssemos no lugar do Prefeito? Está claro que não é possível conceder o reajuste solicitado pelo Sindicato. Então? O que fazer?
Se eu fosse o Prefeito, Evangélico que é, uma pessoa que certamente pauta sua conduta dentro dos princípios Cristãos, e aqui não importa que seja católico, protestante, espírita ou de qualquer religião, procuraria nos Evangelhos o caminho para a solução do impasse.
Despiria-me de qualquer sentimento de orgulho, vaidade, mágoa, ressentimento, vingança e sentaria com os representantes dos grevistas. Pediria desculpas (perdão) por eventuais colocações ofensivas a todos os envolvidos e os mal entendidos, assim como perdoaria as ofensas recebidas (Reconciliai-vos o mais depressa possível com o vosso adversário, enquanto estais a caminho........(Mateus)
Demonstraria, abrindo as contas da Prefeitura, o quanto é possível dar efetivamente de aumento, dentro da lei. Como medidas para melhorar a situação dos servidores mais carentes, aqueles que ganham o mínimo, proporia a criação de um grupo de trabalho, com a participação dos sindicalistas, para apurar se todos já recebem os benefícios sociais dos governos federal, estadual e municipal, tais como bolsa escola, vale gás, vale leite, tarifas sociais da Copel e Sanepar e outros, de modo que a renda efetiva possa melhorar.
Sugeriria outro grupo de trabalho para apurar o número ideal de servidores e elaboração de um Plano de Cargos e Salários que permitisse a acessão funcional pelo mérito. Criaria programas de incentivo a melhoria dos níveis de escolaridade, através de convênios com Estabelecimentos de ensino, que propiciasse que todos os servidores tivessem a oportunidade de concluir até um curso superior.
Apresentaria um projeto reduzindo ao mínimo os cargos em comissão a serem preenchidos por pessoas de fora dos quadros efetivos, cerca de 20 a 30, para nomeação de Secretários e Assessores em postos estratégicos ,e por critérios técnicos, especialmente na Controladoria. Todos os demais seriam preenchidos por funcionários de carreira, supondo que existam qualificados em número suficiente, escolhidos por mérito nos próprios setores, através de seleção interna, assim como ocorre em grandes empresas estatais, por exemplo. Os valores economizados serviriam para melhorar os reajustes.
Sugeriria que a Câmara Municipal fizesse o mesmo, reduzindo para 30 o número de assessores, ou seja, dois por Vereador e mais 10 a serem lotados na Presidência. Do mesmo modo, os valores economizados com repasses ao legislativo seriam utilizados para atender as reivindicações.
Iniciaria uma campanha para melhorar a arrecadação do município, pedindo o adesão dos funcionários, combatendo a inadimplência e a sonegação de impostos municipais. Assim quando maior for a arrecadação, maior a capacidade do município de conceder os reajustes que se considere justos.
Se o Sindicato não concordasse com tudo isso estaria provado que o movimento grevista era realmente para desestabilizar a administração.

(*) Valcir José Martins, administrador, Maringá- PR

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Cadê João Tosete?

A nova programação da RTV Canal 10 entra no ar somente amanhã. E eu não estarei aqui para conferir. Vou pescar.
Fui convidado para o lançamento ontem. Não fui. Não presenciei Cioffi ao lado de Silvio II, aquele que aparecia sempre na emissora prometendo coisas que não foram cumpridas.
Ainda espero que os jornais publiquem uma nota de falecimento. A do falecimento de uma emissora de televisão eminentemente local e, até certo ponto, combativa.
Se bem que às vezes penso que o motivo de a terem comprado (por R$ 3 milhões) era a insistência naqueles clipes do seu João cantando "Boneca cobiçada".

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Mosaico (quarta)

Dúvida
Em quem votará Silvio II (PP) para deputado federal: no irmão Ricardo ou no tio Christopher Peter Bueno Neto, irmão de dona Bárbara, que é candidato a deputado federal pelo PL, na coligação do PT?

De fora
Fora os candidatos já conhecidos, na relação do TRE aparecem alguns que já desistiram, como Carlos Roberto Pupin (PDT), que vai coordenar a campanha de Osmar Dias.
É o caso também de João Alves Correia (PMDB), que, segundo um assessor, anunciará o apoio a Cida Barros (PP).

Novos nomes
Entre as novidades da lista oficial do TRE estão as candidaturas de outros maringaenses, como Adevanil Generoso (estadual, PDT), Aparecido Bianco (estadual, PT), Assendino Santana (estadual, PRTB), Christopher Peter Bueno Netto (federal, PL), Vandir Aparecido Ribeiro (Zé da Galinha estadual), cabo Nonato (estadual, Psol) e Emídio Rosendo Campos (estadual, PRTB).
Emídio foi vereador em Assis Chateaubriand, teve 352 votos para vereador e foi CC6 de Silvio II, e é conhecido como Coelhão.

Ligações
São candidatos também algumas pessoas que têm vínculos com Maringá. É o caso de Michele Caputo Neto (estadual, PSDB), que tem família aqui mas sai por Curitiba; e do pastor Eli Rangel (estadual, PFL), que já foi candidato a vereador aqui.

Bim Bim
Outra novidade é a candidatura de Adão Alves do Amaral (PMDB), o Bim Bim, vereador em Paiçandu.
Em 2002, quando era novidade, também disputou a Câmara Federal, fazendo 4.202 votos. Só em Paiçandu fez 1.191 votos, mais que Marino Gonçalves e Valdomiro Meger.

Dois
Há dois Verri nas eleições: Ênio José Verri é candidato a deputado federal pelo PT, e o professor Waldiceu Aparecido Verri é candidato a estadual, pelo PSB.

Análise
Pela primeira leitura das candidaturas, dr. Batista tem hoje as melhores chances para chegar à Assembléia Legislativa.
Seu pequeno PMN, por causa da frentinha chamada Coligação Renova Já, tem hoje o mesmo poder de fogo de grandes articulações políticas locais.

Apostando
O senador Álvaro Dias (PSDB) disse domingo, em Maringá, que a frentinha da qual dr. Batista faz parte deve eleger pelo menos dois parlamentares estaduais no Paraná, e ele mostra confiança no desempenho do médico maringaense.

Do outro lado
Lembram do filme Dormindo com inimigo? Não é que a chamada base peemedebista maringaense entrou com ação judicial contra o tal Movimento de Defesa dos Servidores Municipais de Maringá, por ter colocado números mentirosos em outdoors que elogiavam Silvio II?
Mais uma pergunta: sabe quem é o líder do tal movimento? Um peemedebista, William Gentil da Costa, que foi candidato a vereador em 2004.

Recompensa
Pela coragem de atacar o governador do próprio partido e de ter criticado a presidente do Sismmar, Ana Pagamunici, por causa da greve, William está ganhando um CC de Silvio II.

Coordenação
Estava sendo discutida ontem, em Curitiba, polêmica questão da coordenação da campanha de Requião na região de Maringá.
Silvio Chaves, de Nova Esperança, era o nome apontado e contra quem existe resistência.

Queria mais
Silvio II chegou a pedir 40 minutos para suas considerações iniciais, no debate de hoje da OAB.

Quem peitou
Em todo o processo para comparecer ao debate que ele próprio pediu, Silvio foi representado pelo advogado Ulisses Maia, diretor do Procon de direito e chefe de Gabinete de fato.

Por quê? 1
A administração está gastando grande esforço para regularizar algumas coisas erradas na cidade. Essa energia poderia se voltar, porém, em favor de interesses coletivos e não individuais.

Por quê? 2
Vejam o caso do Edifício Salvador Dali, no entorno do Parque do Ingá. A lei proíbe a construção, mas ela obteve alvará.
O Ministério Público informou a prefeitura, como se ela não soubesse, que ali não pode, pois fere a legislação de uso e ocupação do solo.

Por quê? 3
A prefeitura, no entanto, está dispendendo tempo e esforço para advogar em favor da obra.
Um advogado pago com dinheiro público foi designado para atender especialmente o caso e fazer com que a obra seja sim construída. Tudo, como outras coisas nesta administração, soa muito estranho.

Repercussão
Jornais de todo o Brasil repercutiram neste início de semana a relação dos deputados que respondem a processos, entre eles 9 do Paraná (1/3 da bancada!), um deles de Maringá.
Claro, todos eles negam a veracidade das informações.

Campanhas
Duas ONGs (Transparência Brasil e Instituto Brasileiro de Ética Social) promovem campanhas pedindo que o eleitor não vote em candidatos envolvidos em algum tipo de escândalo ou respondendo a processos, por que buscam mandatos para se esconder da Justiça.

Ranking
Aliás, segundo leitor, é o PMDB que lidera o ranking dos deputados processados. São 23. Depois vem o PP, com 17, o PSDB com 13 e o PL com 12.

Agenda de shows
O Rappa faz show em Maringá no próximo dia 4, na arena coberta do parque internacional de exposições.
Dia 22 de setembro, no pavilhão azul, será a vez dos Paralamas do Sucesso.

Neófito
Na sexta-feira um candidato a deputado estadual, estreante na política maringaense, reuniu possíveis eleitores num jantar em elegante hotel da cidade.
Pelos seus cálculos, terá exatos 54 mil votos em sua estréia como político.

Ô boca!
Na campanha eleitoral, Silvio II mostrava na televisão que o PT tinha 800 CCs na administração e prometia reduzir. Dizem que ele somava CCs e FGs para chegar a este número.
Em sua administração, Silvio II criou 1.017 CCs e FGs.

Ofertas
Está circulando mais um Jornal de Ofertas Imobiliárias, editado pela Venâncio Comunicação, de Claudomiro Venâncio, destacando a posse da diretoria da Aeam.

Férias
A coluna volta a ser publicada na próxima terça-feira.

Engenheiro - Osvaldo Félix, o conhecido Azulão da Copel, ao lado do filho André, recém-formado engenheiro eletricista na Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), de Cuiabá.

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Caos na saúde

Informação chegada agora há pouco dá conta que a situação no Hospital universitário está muito ruim. Os corredores estão lotados de gente. A coisa é muito feia.

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Considerações

Diante da lista de candidatos, penso que:
1) Dr. Batista é o maringaense que mais tem chances de se tornar deputado estadual. A frentinha pode fazer dois e sinceramente não vi ninguém com maior potencial que ele.
2) Cida Barros está em situação de risco. A coligação é forte, tem muito nome forte, e ela enfrenta o desgaste de ser deputada e não ter atendido toda a região. Não é à toa que o desânimo instalou-se naquele escritório da avenida Prudente de Morais (hoje eu tô zureta, tinha colocado Mauá!). Luiz Nishimori cresceu na região, em termos de apoios políticos.
3) A situação de Ricardo Barros é melhor, mas tem que torcer para que Severino Araújo, presidente do PSB, não surpreenda. Odílio Balbinotti tem um quadro um pouco melhor, mas igualmente a disputa não será fácil.
4) Os demais vão depender muito do andamento da campanha, que pode oferecer surpresas, agradáveis ou não.

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Seriam 40 candidatos na região

A lista de candidatos nestas eleições tem 40 nomes de Maringá, Sarandi e Paiçandu, pelo que pude levantar. Não achei os nomes de Marquinhos Alves e Eugenio Popovitz.
Tem ainda os nomes de gente que já foi candidata por Maringá e hoje está em outras cidades. Comentarei na coluna de amanhã.

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Vendagem dos jornais

Variação de vendagem dos jornais entre março e maio de 2006, segundo o IVC:

JB +17,47%
Lance! +7,22%
Agora +1,38%
MH +1,13%
Correio Braziliense +0,97%
Estado de Minas +0,21%
Super Notícias -0,19%
Folha -0,53%
Estadão -0,96%
ZH -1,11%
O Globo -1,62%
Correio do Povo -2,23%
A Tarde -2,50%
Diário SP -4,86%
Jornal da Tarde -5,71%
Diário da Tarde -8,06%
Diário Gaúcho -9,58%
Valor -12,65%
O Dia -12,86%
Gazeta Mercantil -13,04%
Extra -14,77%

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Programação

Prometida para ontem, a nova grade de programação da RTV Canal 10 ficou para hoje. O programa de Rose Leonel foi ao ar, de manhã. Parece que ela está de cabelos pretos, agora. Um pastor fez uma oração na abertura. Nem todos os programas irão ao ar hoje.
Os prometidos novo som e nova imagem também não começaram hoje.

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Candidatos, só na Folha de Londrina

O TRE e o TSE ainda não disponibilizaram os nomes dos candidatos paranaenses, mas a Folha de Londrina o fez. Quem quiser ver vai ter que comprar a edição impressa.
Estou vendo alguns nomes, mas vi que João Alves Correia (PMDB), que ano passado chamou Requião de louco, é candidato a deputado estadual pelo partido do louco.
José Mauro Nonato é candidato a deputado estadual pelo Psol. À medida que achar coisas interessantes, publico.

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Samek deixa Itaipu

De Monica Bergamo, na Folha:

Cataratas eleitorais
Mais uma mudança importante no governo Lula, desta vez numa das principais estatais do país: Jorge Samek, que comanda Itaipu Binacional desde 2003, está de malas prontas para deixar a empresa. Vai trocar o cargo pela coordenação da campanha de Lula no Paraná. A saída está prevista para os próximos dias. O novo presidente deve ser João Bonifácio Cabral, diretor jurídico da companhia.

ENTRE AMIGOS
Samek é amigo do governador do PR, Roberto Requião (PMDB-PR) -que ensaia apoio a Geraldo Alckmin em troca do apoio do PSDB paranaense a sua reeleição. A aliança terá que ser confirmada, ou não, pelo TRE do Estado, pois foi contestada pelo PSDB nacional.

NA BOCA
E Alckmin visita o Paraná no dia 22, com direito a passeio pela Boca Maldita, tradicional ponto de encontro de Curitiba.

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Família Belinati volta a tentar cargos no Paraná

De Mari Tortato (a pioneira em site jornalista na internet paranaense), na Folha de S. Paulo hoje:

O ex-prefeito de Londrina (PR) cassado em 2000 por improbidade administrativa, Antonio Casemiro Belinati (PP), inscreveu-se na lista de candidatos a deputado estadual. Ele também registrou seu filho, Antonio Carlos Belinati, para o mesmo mandato, no mesmo partido.
A ex-vice governadora Emília Belinati também disputa a eleição, concorrendo a deputada federal pelo PFL. Ela disse ontem que sua candidatura não está atrelada à do ex-marido -o processo de separação está em tramitação- nem à do filho.
No edital publicado pela Justiça Eleitoral, pai e filho aparecem com a mesma sugestão do nome "Belinati" para os santinhos e na confirmação do voto na urna eletrônica.
O duplo registro denuncia uma estratégia para o filho atraia os votos do pai, caso de algum dos processos que o ex-prefeito responde na Justiça levar a sua impugnação durante a campanha. Ele tem apelações tramitando no STF (Supremo Tribunal Federal) e no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Belinati diz desconhecer algumas das condenações que sofreu. ""São muitas [acusações], mas nenhum com fato comprovado" disse à Folha ontem. Em 27 ações, o Ministério Público do Estado acusa Belinati de comandar um esquema de corrupção em Londrina.
Os desvios comprovados somaram R$ 16 milhões, mas R$ 115 milhões teriam sumido sem comprovação legal. Ele cumpriu três anos de suspensão dos direitos políticos pela Câmara Municipal. Contas de 1997, 1998 e 2000 foram reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado,

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IstoÉ

O assunto de capa da IstoÉ explica certas coisas...

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Consertando o ops!

(Com a devida correção)

Do Painel da Folha de S. Paulo:

Por fora

Peemedebistas do Paraná indicariam ontem o ex-governador Paulo Pimentel, rompido com Roberto Requião, para coordenar o movimento pró-Lula no Estado.

(Por fora estava a Folha, ontem, quando disse que Pimentel era o atual vice-governador. Como o vice-governador paranaense chama-se Orlando Pessuti, hoje corrigiram com esta nota)

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PP e PTB teriam pedido dinheiro para apoiar Requião

O guia dos paranaenses é um homem que não se cansa de acusar, acusar e acusar. A novidade é que, desta vez, além de apontar o dedo denunciador, ele também resolveu dar nomes aos bois. Foi durante a reunião do Projeto Mãos Limpas de segunda-feira (10). Em frente a juízes, promotores, delegados da Polícia Civil, de chefes da Polícia Federal e do Ministério Público, Requião acusou o PP e o PTB de pedirem dinheiro para apoiar sua candidatura à reeleição. De acordo com o governador, tudo estava certo para a coligação entre os três partidos. Ela teria sido fechada em um jantar no dia 24 de junho, do qual participaram Requião, o deputado Dilceu Sperafico, do PP, e o presidente do PTB, Flávio Martinez. Ninguém teria falado em dinheiro. O preço da alcatra de unicórnio do chifre dourado só apareceria no dia seguinte, quando os dois líderes partidários teriam procurado Maurício Requião, coordenador da campanha da reeleição, para combinar os detalhes da coligação. Ainda segundo o governador, cada um dos dirigientes falou com Maurício separadamente. Sperafico teria dito, colocando três dedos sobre a mesa (significando R$ 3 milhões), “foi isso que foi acertado”. Flávio Martinez, por sua vez, teria colocado o dedo anular e o mínimo na mesa (R$ 1,5 milhão) também se referindo ao acordo fechado na noite anterior. Maurício teria retrucado aos dois que naquelas bases não haveria acordo. O desfecho da trama, segundo o guia dos paranaenses: Sperafico e Martinez teriam então procurado o candidato Osmar Dias, do PDT, que teria viabilizado a "alcatra" através da multinacional Bunge e Born e do Banco Itaú. Com a palavra, Dilceu Sperafico, do PP, e Flávio Martinez, do PTB.
(A notícia está aqui)

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Receita investigada

De Cláudio Humberto:

A Justiça Federal do Paraná abriu processo de improbidade administrativa contra o chefe nacional de repressão da Receita Federal, Mauro de Brito. Como informou a coluna, é acusado de “direcionamento espúrio e relação imoral” com a Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), quando foi delegado em Foz do Iguaçu (PR), para prejudicar duas fábricas de cerveja adversárias da entidade.

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Manchetes do dia

Jornal do Povo - Sismmar pode deflagrar nova greve
O Diário - Fim de semana tem 4 mortes no trânsito

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10.7.06

Publicidade na câmara

A licitação para gastos de até R$ 500 mil com publicidade na Câmara Municipal de Maringá não terminou. A Única Propaganda entrou com recurso contra a MB Propaganda. O resultado deve demorar um pouquinho.

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Mosaico (terça)

Núcleo pifou
Maringá não teve representante na segunda assembléia do Fórum Estadual dos Direitos da Criança e não pode pleitear vaga na coordenação estadual, ficando de fora das discussões sobre as políticas do Estado na área da criança e do adolescente.
O Núcleo Regional de Educação é apontado como responsável pelo fiasco, já que os delegados maringaenses não embarcaram no ônibus por falha burocrática. O Fórum Regional ASDCA protesta alegando que o assunto não foi tratado com seriedade.

Apoio político
O deputado Luiz Nishimori (PSDB) cresceu na região de Maringá na mesma proporção em que Cida Barros (PP) caiu.

Impacto
A campanha da vereadora Marly Martin Silva (PFL) terá impacto visual.
Muitos muros estão sendo cedidos à candidata a deputada estadual.

Franquia
Maringá vai ganhar em agosto um restaurante Subway.
É um dos cinco novos pontos de venda da rede no Paraná, que representa 35% de seu mercado no Brasil.

Carne
Ontem foi dia de festa em Dourados, Mato Grosso do Sul. Dois meses e meio depois de sua falência, o Frigorífico Itaporã voltou a abater, recontratando 250 ex-funcionários.
A empresa foi arrendada por um grupo do setor de carnes de Maringá.

Gostaram
O anúncio de que Heleno Galdino Lucas pode vir a disputar a OAB/Maringá repercutiu entre os advogados.

Pipocou
O blog do colunista noticiou em primeira mão, na sexta, que Silvio II não iria ao debate da OAB.
Como a recusa pegou mal, ontem ele revia a posição.

Só para lembrar
Em 2004, quando João Ivo Caleffi (PT) não quis ir a um debate na TV Cidade com o então candidato Silvio II (PP), recebeu o apelido de Fujão Ivo.

Telejornal
Entre as estréias da nova RTV Canal 10 está o Jornal da RTV, a ser apresentado a partir das 12h40 de hoje, ao vivo, tendo como âncora o jornalista Cláudio Galetti, assessor de Silvio II.

Temor
A senadora Heloísa Helena, do pequeno Psol, é a terceira na corrida presidencial, segundo o Datafolha (6%).
E, dizem os mais íntimos do presidente, é a quem ele mais teme.

192% mais barato
O blog Cotidiano em Pauta fez os cálculos: o lixo municipalizado, em Maringá, custa R$ 13 mil/dia, contra R$ 20 mil/dia do terceirizado (53% mais caro).
O preço da Ponta Grossa Ambiental é 92% mais caro: o lixo custa R$ 38 mil/dia.

De fora
O vice-prefeito Carlos Roberto Pupin deve coordenar a campanha de Osmar Dias.
Ele abriu mão da candidatura a deputado federal pelo PDT.

Em separado
O PSB fechou coligação com PDT, PP e PTB apenas para governador e deputado federal.
A chapa de candidatos estaduais corre sozinha.

Problema
Os 26 integrantes da Banda Municipal Joubert de Carvalho enfrentam atraso de quatro meses no pagamento dos salários. O repasse é feito pela Associação dos Amigos da Banda JC, que por sua vez não recebe o valor combinado da prefeitura.
O assunto deveria chegar ontem ao conhecimento de Silvio II.

Coreografia
Além do atraso no pagamento (cada música recebe um salário mínimo), há problemas com o sucateamento dos instrumentos e dos uniformes.
Apesar disso, a Secretaria de Cultura quer transformar a banda musical numa brass band, estilo norte-americano onde a banda faz evoluções durante as apresentações.

Déja-vu
Acredita-se que haverá bom senso e a situação da banda, resolvida.
Se bem que é bom lembrar: quando prefeito, Silvio Barros, pai, acabou com a banda, que não existiu durante os 4 anos de seu governo.

Longe da encrenca
A secretária de Cultura, Flor Duarte, entrou de férias na sexta.
Foi para a Itália tetracampeã e só volta dia 27.

Ilustre visita
Álvaro Dias (PSDB) visitou a Mercearia Pão de Ouro, do vereador Altamir dos Santos (PL), no domingo.
Com moral, Altamir levou o senador candidato à reeleição para pedir votos na vizinhança.

A lista - Muito boa a edição desta semana da revista Veja, com a relação (com fotos) dos parlamentares investigados por crimes. Fará sucesso nesta campanha eleitoral.

Apito e protetor - Os que prometeram acabar com a “indústria de multas” no trânsito maringaense agora a incrementam. No próximo dia 18 a prefeitura de Maringá adquire 50 apitos Fox 40 Classic, com cordão preto, pagando no máximo R$ 1.750,00 pelo lote, e mais R$ 2.280,00 em caixas de protetor solar fator 30, com antialérgico e bloqueador. As aquisições são para os agentes municipais de trânsito.

Cantora - Em 1986 a extinta rádio Jornal (hoje Nova Ingá) inovou ao fazer transmissões ao vivo da Boca Maldita. As entrevistas eram feitas por este colunista e Mônica Calassa, jornalista goiana que jogava voleibol em Maringá, e que depois, como repórter da TV Manchete, foi tomada como refém num assalto a banco. Descubro agora que ela abandonou o jornalismo e faz a dupla Iara e Mônica, sucesso no Norte do país, principalmente no Tocantins. Ela é a morena (dir.) da foto.

PROVÉRBIO
Não se deixa caminho por atalho

CURIOSIDADE
A palavra Ceará vem se siará, canto da jandaia, espécie de papagaio

TROVA
A mais triste solidão
que um ser humano já tem:
vasculhar seu coração
e não encontrar ninguém!
(Ademar Macedo)

PRA PENSAR
A variedade gera o atrevimento
(Vicente Espinel)

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Ele vai ou não vai?

Silvio II, O Decidido, voltou atrás do atrás. Ele diz que topa ir ao debate da OAB, na quarta-feira, mas mediante alterações nas regras. Ele quer m30 minutos para as considerações iniciais.
A decisão sobre a realização do debate será tomada no final da tarde.

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Só mudou de cor

A greve no início foi tachada de vermelha com alusão a um certo partido político que estaria agitando as bases para a realização desta e para arranhar a candidatura dos parentes do prefeito, Ricardo Barros e Cida.
Agora segundo funcionários da Secretaria de Educação e Cultura, ela é uma greve branca, em que reza a seguinte reinvindicação:"Ou o prefeito paga os dias descontados ou nós professores não faremos a reposição das aulas".Resta saber onde tudo isso vai parar (de novo)!
Está aqui.

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Expresso

Capa do primeiro número do Expresso Paraná, que circula nas regiões de Maringá, Londrina e Curitiba. Em formato berlinder, tem distribuição gratuita e dirigida.

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Schiavone estava certo

De Marta Bellini:

É, de fato, Maringá está no Brasil, como disse o secretário Ademar Schiavone.
Tanto está no Brasil, que Ricardo Barros nos brinda nesta lista!
0,39% de votos para Ricardo Barros!

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Coluna volta amanhã

Por causa dos comentários postados abaixo, explico: não fiz as colunas de sábado e domingo porque tinha assumido o compromisso de ajudar na edição de um tablóide, que está, deve ou deveria estar circulando hoje em Maringá, Londrina e Curitiba.
O projeto é interessante, mas eu estou enferrujado e preciso de ritmo. Não queria mexer com nada até agosto, mas acabei antecipando.
A coluna volta ao normal amanhã.

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Comdema: Um balcão de negócios da burguesia?

Reproduzo aqui um artigo de Jorge Vilallobos e da economista Marcela N. Ferrario, publicado na sexta-feira no Factorama, pois acho o tema muito atual e relevante.

A alteração da composição na representatividade do Conselho Municipal de Meio Ambiente (Comdema) atingiu de cheio o Terceiro Setor. O Terceiro Setor é conhecido como o principal agente da inserção social das políticas públicas, bem como é o ator mais significativo da ação cidadã numa sociedade democrática. Esse setor foi desmantelado, quanto a sua representação através de lei aprovada na Câmara Municipal de Maringá, nesta quinta-feira 06 de julho.
O projeto de autoria do poder executivo, e defendido intensamente pelo Vereador Dorival Dias, reduziu de 20 para somente 8 membros o Terceiro Setor no Conselho, tendo uma perda de 40% de representação. Passando assim, o Setor Público e Privado a ter maioria absoluta no Conselho, com 15 representantes. Perdendo-se dessa forma a característica original da democracia participativa que orientou a criação dos Conselhos Municipais.
È grave ver como é retirada do Comdema a participação das entidades que produzem ciência e pesquisa no nosso município. Entidades essas, que possuem reconhecimento Internacional. Em particular, a supressão das seis vagas dos representantes das Instituições de Ensino Superior e Grupos de Pesquisa.
Certamente, um conselho dominado pelos representantes do Prefeito Silvio Barros II e carente de crítica científica, técnica e popular, será um fácil instrumento de ratificação das ações de interesse político partidário e privado. Tudo isso em detrimento do bem estar comum e da preservação do meio ambiente para as futuras gerações.
O interesse público, fica assim, a ser gerenciado a partir dos motivos e argumentos do grupo no poder. Nesse sentido estrito, no campo da teoria do Estado, o Conselho passa a ser visto como um balcão de negócios.

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Museu Vivo do Código Penal

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A lista dos parlamentares acusados de crimes. Nove são do Paraná. Um deles é de Maringá: Ricardo Barros. Está na revista Veja desta semana.

(O pessoal pode imprimir e mostrar aos amigos, porque os programas de rádio e televisão não falaram nadinha, nadinha)

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Números de candidatos

Os números das candidaturas do PT por Maringá, enviados pelo diretório local:
Ênio Verri (deputado estadual) 13300
João Ivo (deputado federal) 1301
Marino Gonçalves (deputado federal) 1325

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Bar da Terceira Idade

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A saída de Pimentel

Do Painel da Folha de S. Paulo:

Protesto

O vice-governador do Paraná, Paulo Pimentel, antes cotado para disputar o Senado na chapa de Roberto Requião, deixou o PMDB por discordar da aliança do partido com o PSDB.

(A pressão sobre Paulo Pimentel teria sido um presente do PMDB ao senador tucano, e um motivo para que ele não reclame muito da aliança aqui no Paraná. Ele só teme a Gleisi Hoffman).

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Comprador é quem deve pagar condomínio atrasado

O adquirente de unidade condominial responde pelos encargos existentes junto ao condomínio, mesmo que anteriores à aquisição. A decisão é da Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que manteve o entendimento da justiça paulista, na qual a empresa Rodobens Administração e Promoções Ltda. (administradora de consórcios) é responsável pelas despesas do imóvel.
Leia aqui.

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Cena paranaense

A ficha demorou a cair, mas agora estou entendendo por que este site curitibano diz que os dois lados - Guilhobel Camargo e Roberto Requião - chegaram ao "limite da irresponsabilidade".
Guilhobel tem publicado que Requião gosta de comer canJica, com "jota" maiúsculo. Refuta uma ação do PMDB contra ele dizendo, num trecho de sua defesa virtual: "Não sei por que esta turma do PMDB está preocupada com coisa que nem a primeira dama liga mais".
A assessoria de Requião desmente que ele tenha ido a Buenos Aires, já que o compromisso era em Córdoba. Mas a Folha de S. Paulo publicou nota a respeito de um telefonema do governador para Alckmin. A nota diz que Requião falava ao telefone de Buenos Aires.
Ah: Requião foi para a Argentina acompanhado de dois assessores, Jacir Bergmann e Gika Gulin - que trabalha no Cerimonial do Palácio Iguaçu e é ligada à família que possui empresas de transportes no Sul do Estado.
Pronto, os ingredientes estão todos à mesa. Um pouco mais de confusão, e já viu...

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TRE manda blog tirar notas sobre viagem de Requião

Estou crente que o TRE vai deliberar favoravelmente à aliança entre PMDB e PSDB, com Geraldo Alckmin sendo o candidato de Requião, conforme consta da ata da convenção do partido. E não é só porque a resolução tucana foi redigida de modo pouco esclarecedor: é porque interessa a muita gente.
Além disto, uma decisão do TRE neste final de semana confirma esta expectativa. O tribunal determinou que um blog de Curitiba retirasse notas sobre a viagem do governador a Buenos Aires. Notas estas que foram simplesmente reproduzidas de outro site, de Guilhobel Camargo, ex-amigo de Requião, pedetista de quatro costados e hoje o principal desafeto de RR. A decisão deve se estender ao site onde Guilhobel escreve, o Gazeta de Novo.
Como este blog não pode ser acessado em máquinas do governo do Estado (ao contrário dos outros dois sites), acredito que posso manifestar minha preocupação. Guilhobel tem razão ao dizer que a Justiça Eleitoral não pode dar uma de censora, porque as críticas (se é que existiram) foram sobre Requião governador, não enquanto candidato. É um perigo para a liberdade de expressão em geral a liminar do TRE paranaense;

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9.7.06

Serviço de busca interessante

Entre neste site de busca, ligado ao Transparência Brasil. Digite o nome completo, CPF ou CNPF de qualquer político. Escolha de onde quer as informações.
Se você fizer como eu e digitar "Ricardo José Magalhães Barros", e clicar em cima de tribunais de contas (TCU e TCE) vai encontrar nada menos que 129 referências a ele. É muito bom o trem.

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Museu vivo do Código Penal

A matéria na Veja é de Diego Escosteguy e informa que 22% dos parlamentares estão sob suspeita de ter cometido algum crime - numa lista que inclui seqüestro, extorsão, estelionato... Da lista faz parte o deputado federal Ricardo Barros (PP), que há 5 anos figurava, segundo a revista Época, como o recordista de processos na Câmara Federal. Depois FHC deu uma mão e a coisa abrandou. Por enquanto, disponibilizo o texto da reportagem:

Em vinte anos de democracia, o Brasil sempre conviveu com algum escândalo no Congresso Nacional. Já se flagraram casos de má conduta individual, como o dos pianistas, que votavam em nome do colega, ou de parlamentares suspeitos de cobrar propina para favorecer um suspeito em investigações de CPI. Já houve, também, casos de delinqüência coletiva, como o célebre assalto da máfia dos anões ao Orçamento da União, que resultou na cassação de seis parlamentares, ou a violação do painel eletrônico do Senado, que mandou dois senadores de volta para casa. A atual safra de deputados e senadores, que partem agora para tentar se reeleger (ou não) nas eleições de outubro próximo, bateu todos os recordes e superou as piores expectativas – das propinas cobradas por Severino Cavalcanti à máfia dos sanguessugas ou à turba dos mensaleiros. Na semana passada, um levantamento de VEJA descobriu que, entre os 594 parlamentares, nada menos que 130 estão sob investigação por suspeita de ter cometido uma gama de mais de vinte crimes. Ou seja: a nuvem da suspeita cobre hoje 22% do Congresso.
O plantel de suspeitos representa um volume enorme, mas, na prática, é ainda maior que isso. O levantamento de VEJA inclui apenas os parlamentares cujos supostos crimes já tenham sido tipificados – seja ainda na fase de investigações do Ministério Público, seja na etapa de denúncia ao Supremo Tribunal Federal. Os 94 deputados e senadores da lista atual (veja a relação completa) respondem a 154 processos. São oitenta deputados e catorze senadores de todos os partidos. Com esse critério, VEJA não incluiu, portanto, o nome de 57 parlamentares que estão sendo investigados pelo Ministério Público sob suspeita de envolvimento com a máfia dos sanguessugas porque, como o caso corre sob sigilo judicial, não há informações precisas acerca da identidade de cada um deles nem dos crimes dos quais são suspeitos. Na semana passada, a revista conseguiu apurar o nome de 44 dos 57 parlamentares investigados, mas não descobriu seus supostos crimes. Considerando que, desses 44 sanguessugas, oito já estão na lista pública de VEJA, pode-se concluir que hoje – pelo menos – 130 parlamentares estão sob investigação.
“São dados assustadores. A delinqüência está cada vez mais generalizada no Congresso”, resume o professor David Fleischer, do departamento de ciência política da Universidade de Brasília (UnB). O cenário não choca apenas pela quantidade de suspeitos, mas também pela qualidade dos crimes. Na lista, há crimes que costumam aparecer na biografia de bandidos comuns, como estelionato, seqüestro, extorsão, formação de quadrilha. Isso acontece porque o instituto da imunidade parlamentar, que surgiu no século XVII com o objetivo de garantir a liberdade de opinião e voto dos parlamentares sob a monarquia inglesa, foi inteiramente desfigurado sob o ar dos trópicos. Aqui, a imunidade parlamentar, que dá uma série de privilégios legais ao deputado ou senador, em vez de ficar restrita à palavra e ao voto, que são instrumentos essenciais no desempenho da função parlamentar, foi ampliada para crimes comuns – como estelionato, seqüestro, extorsão, formação de quadrilha. Isso explica um fenômeno bem brasileiro: o excesso de bandidos concorrendo a uma cadeira de parlamentar na eleição.
O quadro fica ainda mais grave quando a imunidade parlamentar se associa ao uso abusivo de outra prerrogativa – o foro privilegiado, pelo qual os deputados e senadores acusados de qualquer crime, até mesmo um homicídio, só podem ser julgados pelo Supremo Tribunal Federal, a mais alta corte judiciária do país. O problema é que, até hoje, o STF jamais condenou um único parlamentar. Os processos, sem exceção, acabaram arquivados ou os réus foram inocentados. Naturalmente, um processo sempre pode resultar na absolvição do réu, mas é improvável que todos os processos que não foram arquivados tenham – com justiça – terminado por decretar a inocência do acusado. “O STF é uma corte conservadora e sem estrutura para lidar com matéria penal”, diz o sociólogo Luiz Werneck Vianna, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj), ao externar uma interpretação com a qual concordam os próprios ministros do STF. Cientes dessa realidade, os políticos com algum problema na Justiça fazem de tudo para manter o mandato. E quem não tem mandato faz de tudo para ganhar um. É o caso, agora, do ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, acusado de violar o sigilo bancário do caseiro que foi testemunha de seus encontros em uma casa em Brasília com a turminha da pesada formada durante sua passagem pela prefeitura de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo. Ou do ex-prefeito paulistano Paulo Maluf, dono de contas secretas no exterior com dezenas de milhões de dólares.

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Huuumm...

Estive com o senador Álvaro Dias (PSDB) agora pela manhã. Fiz uma pergunta que o fez ficar constrangido.
Perguntei quando o irmão dele, o também senador Osmar Dias (PDT), irá começar a campanha para governador.

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Irmão do prefeito aparece na Veja

O deputado federal Ricardo Barros (PP), irmão de Silvio II, aparece com fotografia na revista Veja desta semana. A publicação lista os 94 parlamentares que estão sendo investigados por crimes.
Esta semana não tenho ainda a senha da internet da Veja. Assim que tiver, colocaremos aqui.

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Manchetes do dia

O Diário - Maringá gastará gastará até R$ 39 mi na eleição
Jornal do Povo - Quatro pessoas baleadas na cidade
Hoje -Não sou vendedor de semáforos, diz Miura

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